segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Sagrado
sangue de Cristo
cambaleia do gargalo da garrafa
ao cálice
e desce desse,
ainda trôpego,
à boca do seminarista
a língua estala no palato
sabor profano
rubor na face
sussurro nos lábios
vinho,
venha vinho

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